Rosa Varela Gomes

Gabinete: 613

rv.gomes@fcsh.unl.pt

Unidade de investigação: Instituto de Arqueologia e Paleociências da Universidade Nova de Lisboa (IAP)

Áreas de investigação: Arqueologia Medieval, Arqueologia Moderna, Mundo Islâmico, Faiança Portuguesa, Arqueologia de Contacto

Download CV
Formação
AnoGrauÁreaInstituição
2000DoutorArqueologiaFCSH-UNL
1987MestreHistória da ArteFCSH-UNL
1977LicenciadoHistóriaFL-UL
  • Gomes, R. V. (2013) - Arquitecturas – Testemunhos Islâmicos em Portugal. ed. 1, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
  • Gomes, R. V.; Casimiro, T. M. (2013) - Post-Medieval Archaeology in Portugal. In: Journal of Post-Medieval Archaeology, Society of Post-Medieval Archaeology, pp. 17-34.
  • Gomes, R. V. (2012) - A Arqueologia da Idade Moderna em Portugal - Contributos e Problemáticas. In: O Arqueólogo Português, série V, vol. 2, pp. 13-75.
  • GOMES, R. V.; GOMES, M. V. (2007) – Ribāt da Arrifana. Cultura Material e Espiritualidade, 120 pp., Assoc. de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur, Município de Aljezur, Aljezur.
  • GOMES, R. V. (2006) – Silves (Xelb) - Uma Cidade do Gharb al-Andalus. O Núcleo Urbano, Trabalhos de Arqueologia, 224 pp., Lisboa.
TítuloFonte de financiamentoInícioEstado
ForSEAdiscovery Forest resources for Iberian Empires: Ecology and Globalization in the Age of Discovery (16th-18th) (PITN-GA-2013-607545)Concluído
Ribat da Arrifana (Aljezur, Algarve)Concluído
A Faiança Portuguesa no Mundo (séculos XVI-XVIII)Concluído
CargoInícioFim
Desde 1990: Docente do Departamento de História na F.C.S.H. da U. N. L.
1996-2009: Coordena a área de Arqueologia da F.C.S.H. da U.N.L.
De 2009 - 2011: Coordenadora do 1º Ciclo em Arqueologia da F.C.S.H. da U.N.L.
De 2010-2012: Integrou a Comissão Executiva do Departamento de História na F.C.S.H. da U. N. L.
Comissária Científica da exposição "Arquitecturas - Testemunhos Islâmicos em Portugal", Castelo de S. Jorge, Lisboa, no âmbito das cerimónias de entrega do Prémio Aga Khan de Arquitectura 2013.

As nossas redes

Para quem quer estar mais próximo do que está a acontecer