27
Jan
Paulo Pinto: relações centenares entre filipinos e portugueses, Fernão de Magalhães, Lapu Lapu e sardinhas em conserva
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Porque são as Filipinas um país desconhecido para os portugueses hoje em dia? Este foi o ponto de partida da entrevista a Paulo Jorge de Sousa Pinto, investigador integrado do CHAM-Centro de Humanidades, numa conversa sobre as relações históricas entre as Filipinas e Portugal. Paulo Pinto fala sobre a imagem recíproca destes dois países, as figuras de Fernão de Magalhães e Lapu Lapu, o confronto entre a memória imaginária e a memória real, as comemorações da viagem de Magalhães e El Cano, o papel dos historiadores no estreitamento das relações entre portugueses e filipinos, os projectos académicos em curso… e as sardinhas  Mabuti, produzidas em Matosinhos e as favoritas dos filipinos. A entrevista é conduzida por Teresa Lacerda.

Paulo Jorge de Sousa Pinto é coordenador do projecto «Portugal – The Philippines: Connected Histories». É doutorado em Ciências Históricas (Uni. Católica Portuguesa) com a tese intitulada «No Extremo da Redonda Esfera: Relações Luso-Castelhanas na Ásia, 1565-1640. Um Ensaio sobre os Impérios Ibéricos». Entre 2012 e 2017 foi bolseiro de pós-doutoramento pela FCT com o projecto «Conflito e Colaboração – Presenças e Representações dos Chineses Ultramarinos nas Sociedades Iberoasiáticas (séculos XVI-XIX)». As suas áreas de estudo e investigação são a Ásia do Sueste, a presença europeia na Ásia (séculos XVI-XVIII) e os impérios ultramarinos ibéricos.

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