Murray Leeder. 2017. The Modern Supernatural and the Beginnings of Cinema. Londres: Palgrave Macmillan.

Diogo Costa Ferreira

Abstract


Nas últimas décadas, têm-se multiplicado os discursos académicos acerca da íntima ligação do cinema “primitivo” às questões da espectralidade. Porém, muitas destas análises tendem a abstrair a produção cinematográfica de um conjunto heterogéneo de práticas e dispositivos que a envolvem, e que já participam de um fascínio propriamente moderno pelo sobrenatural. Murray Leeder, com The Modern Supernatural and the Beginnings of Cinema (2017), procura resgatar esta herança da invisibilidade a que tem sido votada. Entre factos culturais tão distintos como o “fantasma de Pepper”, os espectáculos de hipnotismo ou a descoberta dos raios-x, há múltiplos elos históricos e filosóficos que importa esclarecer, de modo a obter uma imagem mais rigorosa (sem cedências ao essencialismo) da fantasmagoria deste primeiro cinema.


Keywords


Cinema primitivo; Espectralidade

References


Derrida, J. (2006). Specters of Marx: The State of the Debt, the Work of Mourning and the New International. Nova Iorque: Routledge.

Dubois, P. (1998). O acto fotográfico. São Paulo: Papirus.

Leeder, M. (2017). The Modern Supernatural and the Beginnings

of Cinema. Londres: Palgrave Macmillan

Manovich, L. (2001). The Language of New Media. Cambridge, Massachussetts: The MIT Press.


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