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Abr
Data: 21 Abr a 2 Jun 2026
Horário: terças-feiras das 18h00 às 21h00 | 21 e 28 de abril | 5; 12; 19 e 26 de maio | 2 de junho (última aula: 4h)
Duração: 22h | 3 ECTS
Morada: NOVA FCSH | Regime: a distância (síncrono)
Área: História, Património e Cultura
Docente: Amélia Frazão Moreira (NOVA FCSH / CRIA)
Acreditação pelo CCPFC: Não

 

Apresentação

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 Esta microcredencial introduz metodologias de investigação aplicáveis ao estudo das crioulidades, articulando etnografia, pesquisa documental e análise crítica dos processos de produção de conhecimento.

Apresenta debates e procedimentos do método etnográfico, abordando etapas de trabalho de campo, práticas colaborativas e desafios associados à descolonização das metodologias. Integra ainda o recurso a arquivos e fontes documentais, examinando a sua utilização e interpretação em contextos crioulos e os seus potenciais analíticos.

O percurso formativo combina momentos expositivos com atividades práticas, estimulando o pensamento crítico sobre as implicações éticas, epistemológicas e políticas das escolhas metodológicas.

As/os estudantes desenvolvem competências para mobilizar ferramentas de recolha e análise adequadas a temáticas diversas e aplicar metodologias robustas na investigação em contextos socioculturais diversos.

 

Objetivos

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  • Proporcionar competências com vista à realização de pesquisa;
  • Familiarizar com as metodologias etnográfica e de arquivo;
  • Perspetivar ferramentas de recolha e análise robustas adequadas a temas diferenciados;
  •  Estimular o pensamento crítico em torno dos efeitos das diferentes metodologias.

 

Programa

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  • O método etnográfico: debates, procedimentos e etapas;
  • Metodologias documentais e a vivência dos arquivos em contexto de crioulidade;
  • Etnografia colaborativa e a tentativa de descolonizar metodologias;
  • Questões éticas da pesquisa.

 

Bibliografia

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Denzin, N. K., & Lincoln, Y. S. (Eds.). (2011). The Sage handbook of qualitative research. Sage.

Dresch, P., & Parkin, J. (Eds.). (2000). Anthropologists in a wider world. Berghahn Books.

Madden, R. (2010). Being ethnographic: A guide to the theory and practice of ethnography. Sage.

Robben, A. C. G. M., & Sluka, J. A. (Eds.). (2007). Ethnographic fieldwork: An anthropological reader. Blackwell.

 

docente

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Amélia Frazão-Moreira – Doutorada em Antropologia Social, professora associada no Departamento de Antropologia da NOVA FCSH e investigadora no CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia. Foi perita do Órgão de Avaliação da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da UNESCO, em representação da Europa Ocidental e da América do Norte e vice-presidente deste órgão em 2017. Coordenou e participou em diversos projetos de investigação sobre as relações entre humanos, não humanos e ambiente, interrogando programas de património e de conservação da biodiversidade em contextos portugueses e africanos.

  • Centro Luís Krus – Formação ao Longo da Vida
  • Crioulidades e o Atlântico
  • Microcredencial
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