05
Jul
Data: 5 Jul a 11 Ago
Horário: segundas e quartas-feiras | 5 e 7 de julho das 18h00 às 20h30 | 12, 14, 19, 21, 26 e 28 de julho e 2, 4, 9 e 11 de agosto das 18h00 às 20h00
Duração: 25h | 2 ECTS
Morada: NOVA FCSH |
Área: História, Património e Cultura
Docente responsável: Rosa Varela Gomes
Docente: Miguel Martins
Acreditação pelo CCPFC: Não
Ensino Presencial
 Ensino Presencial (Se as condições sanitárias permitirem)

 

Objetivos

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  • Identificar fatores de decisão na reconstrução de estruturas;
  • Desenvolver e aperfeiçoar a construção de estruturas em ambiente 3D;
  • Produção de modelos 3D para divulgação e valorização do património.

 

Programa

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  • Geometria dos artefactos;
  • Técnicas de conversão de dados representados em formato plano para ambiente tridimensional (3D);
  • Construção de modelos em ambiente 3D;
  • Texturização de modelos 3D.

 

Bibliografia

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  • Ditta, M. 2014. From the seabed to the web: an example of low-cost approach to Virtual Environments as educational and dissemination medium. Why 3D Seminar, organized by the Archaeology Department of Aarhus University and Øhavsmuseet, Aarhus University.
  • Dostal, C. 2017. Laser scanning as a methodology for the 3-d digitization of archaeological ship timbers: a case study using the World Trade Center shipwreck. Doctor of Philosophy. USA: Texas A&M University.
  • Jones, T. 2015. Three-Dimensional Digital Recording and Modelling Methodologies for documentation and Reconstruction of the  Newport Medieval Ship. Doctor of Philosophy. United Kingdom: University of Wales Trinity Saint David.
  • Martins, A.M. et al. 2020. Reconstructing Trees from Ship Timber Assemblages Using 3d Modelling Technologies: Evidence from the Belinho 1 Shipwreck in Northern Portugal. In Celebrating our shared heritage, 116–126. Australia
  • Yamafune, K. 2016b. Using computer vision photogrammetry (Agisoft Photoscan)to record and analyze underwater shipwreck sites. Doctor of Philosophy. USA: Texas A&M University.

 

Requisitos Prévios

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Máquina fotográfica.

 

PROPINA

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Ver tabela em informações úteis

 

docentes

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Miguel Martins tem desenvolvido trabalho em arqueologia náutica e subaquática desde há já alguns anos, especialmente no âmbito da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e dos estabelecimentos de ensino superior, nomeadamente, da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e do Instituto de Arqueologia e Paleociencias (IAP-UNL), bem como no ForSEAdiscovery Project financiado pela Marie Curie Actions – 7th Framework onde foi bolseiro. Nestas instituições, está integrado em projetos de inventariação, estudo e salvaguarda de vestígios de embarcações datadas do período Moderno, no registo de artefactos em meio submerso, na produção de conhecimento para futuros projetos e na área da dendroarqueologia. Entre 2011 e 2014 foi responsável pela investigação centrada nos vestígios de uma escuna do século XIX que afundou na Barra de Setúbal. Em 2015, coordenou o registo digital tridimensional dos destroços do navio Belinho 1, afundado ao largo de Esposende (Portugal). Para além de ter colaborado com vários projetos de investigação centrados na produção de conhecimento na área da dendroarqueologica, onde se inclui o estudo das madeiras do navio de Bremen (Alemanha), Batávia (Austrália) Highborn Cay (Bahamas), entre outros.

  • Centro Luís Krus – Formação ao Longo da Vida
  • Cursos da Escola de Verão (EV)

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