“A segunda pele”: Algumas considerações sobre o simbolismo das armaduras no século XVI

Victor Stoichita

Abstract


Assiste-se, nos séculos XVI e XVII a uma verdadeira viragem no domínio da arte da guerra que marca a passagem de uma concepção da armadura enquanto dispositivo prático a uma concepção da armadura como dispositivo simbólico de defesa corporal.

O ponto de partida destas reflexões é a constatação de que, em relação à armadura medieval, a armadura dos “tempos modernos” transcende a funcionalidade guerreira imediata e excede as leis estritas do simbolismo cristão do miles christianus, propondo-se tanto pela forma como pelo reportório figurativo que ela põe em cena como uma representação da pessoa.


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Journal of Communication and Languages | ISSN 2183-7198