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Turma de Produção e Realização Televisiva lança série no YouTube

"Guerra dos Comandos" estreou esta semana e tem quatro episódios.

O trabalho final deste semestre de Produção e Realização Televisiva, disciplina da licenciatura em Ciências da Comunicação, é uma mini-série de ficção que envolve toda a turma e estreou esta semana no YouTube.

"Guerra dos Comandos" é sobre o confronto entre duas empresas de televisão, a Nitflex e a TIP, e todos os contornos que envolvem esta guerra de audiências: broncas em direto, despedimentos, lançamentos de novos programas, a aposta em reality shows e muitas tensões pessoais nos bastidores. O elenco é composto maioritariamente por amigos e outros estudantes da Faculdade, mas conta com duas participações especiais: José Ernesto Lopes, funcionário do departamento de Ciências da Comunicação, no papel de "Pai de Arnaldo"; e Luís Gouveia Monteiro, o próprio Professor da disciplina e coordenador do trabalho, que encarna a personagem de "Paulo Lopes", líder do Movimento Homem-Luso que quer instituir o Dia Internacional do Homem.

 

Os três primeiros episódios já estão disponíveis no canal de YouTube da série:

Todo o processo de criação de "Guerra dos Comandos" ficou a cargo dos estudantes: produção, realização, argumento, fotografia, iluminação, operação de câmara, caracterização e anotação. A ideia foi desenvolvida em conjunto durante o semestre e as funções, divididas em grupos, foram rotativas. A capacidade de contar uma história através das técnicas de produção e realização (montagem, som e luz), tendo em conta o discurso televisivo e a sua estreita lateralidade com o cinema, é um dos objetivos desta disciplina opcional.

Miguel Partidário, no 3.º ano de Ciências da Comunicação, ficou responsável pela realização do primeiro episódio e conta que este foi o «projeto mais importante de toda a licenciatura» e também aquele em que investiu mais tempo nos últimos três anos de faculdade: o verdadeiro «cadeirão».

«O Professor incentivou-nos a desenvolver um trabalho ambicioso e foi o que tentámos fazer, tendo em conta as limitações logísticas da Faculdade». Para o estudante, que já teve experiências profissionais ("1986", de Nuno Markl, é a mais recente) o principal desafio de criar uma série em contexto de turma foi a dificuldade de sistematizar processos e funções - afinal, muitas das pessoas realizaram pela primeira vez um trabalho prático de cinema e televisão. «Foi interessante a nossa evolução conjunta e estamos orgulhosos do produto final, apesar de todas as imperfeições», remata.

A série ganhou também vida fora do YouTube, com diversos teasers e testemunhos dos atores na página de Instagram criada para o efeito.

2019-05-28 23:15
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