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Como é escrever... para tudo? Rui Cardoso Martins explica

O escritor, jornalista e argumentista vem à NOVA FCSH falar sobre a sua experiência como um 'faz tudo' da escrita.

Rui Cardoso Martins, antigo aluno da licenciatura em Ciências da Comunicação da NOVA FCSH, regressa à Faculdade para uma masterclass esta quinta-feira (17) às 18h00. Acontece no Auditório 1 da Torre B.

Escritor, jornalista e argumentista, assume-se como "um faz tudo" na área da escrita. É sobre essa experiência de trabalho, como jornalista, como argumentista de cinema e televisão, que vem falar em 40 Anos, 40 Masterclasses. "Gostava de partilhar com os atuais alunos o tipo de trabalho, de pensamento e de empenho que tive de ter para escrever para vários suportes", explica.

Naquela que pretende que seja uma aula "útil e agradável", quer também transmitir ideias e experiências aos alunos que queiram "escrever e fazer da escrita uma atividade".

Rui Cardoso Martins foi um dos jornalistas fundadores do Público. Como repórter cobriu, entre outros acontecimentos, o cerco de Sarajevo e Mostar, na Guerra da Bósnia, ou as primeiras eleições livres na África do Sul. Venceu dois prémios Gazeta pela crónica Levante-se o Réu, que inicialmente escreveu no Público e depois no Jornal de Notícias.

Em 2006 estreou-se na ficção com o romance E Se Eu Gostasse Muito de Morrer, ao qual se seguiu, em 2009, Deixem Passar o Homem Invisível, que venceu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores. Os seus romances mais recentes são Se Fosse Fácil Era para os Outros (2012) e O Osso da Borboleta (2014).

Foi também argumentista fundador e sócio das Produções Fictícias, tendo sido um dos criadores do programa satírico Contra Informação, co-autor de Herman Enciclopédia e ainda argumentista da Conversa da Treta nas suas versões em rádio, televisão e teatro. Escreveu ainda os argumentos dos filmes Zona J e Em Câmara Lenta.

2018-05-16 12:55
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