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Charting the Invisible - Capítulo II

O quê
  • Científico
Quando 2018-10-30 18:00 até
2018-12-14 16:00
Onde Complexo do Hospital Júlio de Matos | Lisboa
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Organização: Instituto de História da Arte (FCSH-UNL), P28, Urban Photographers Association, Openvizor, Goldsmiths-University of London

Artistas Participantes: Kamal Badhey | Stefano Carnelli | Paulo Catrica | Andy Day | Diego Ferrari | Lauren Finch | Lene Hald | Paul Halliday | Sayed Hasan | Tanya Houghton | Rachel Jones | Maria José | David Kendall | Luís Lemos | Pedro Letria | Rebecca Locke | Bas Losekoot | Luc Pauwels | Vrinda Seksaria | Yanina Shevchenko | Konstantin Sergeyev | Manuel Vazquez | Nai Wen Hsu | Gesche Würfel | Kyler Zeleny

Curadoria: Susana S. Martins, Stefano Carnelli, Tanya Houghton

 

O facto de nem todas as coisas poderem ser vistas, não significa que elas não existam. Nem significa que elas não possam, de algum modo, tornar-se presentes. É essa a lógica dos mapas: atribuir presença e permitir visualizar locais e informações geralmente inacessíveis à nossa percepção mais imediata. Invisibilidade e ausência são, assim, noções essenciais à cartografia. Talvez por isso os mapas configurem tão formas poderosas de traduzir novos mundos — sejam eles reais ou imaginados. Porque o seu significado reside na evocação da daquilo que permanece fora dos limites físicos da representação.
Historicamente associados a consolidações (e contestações) de poder e de conhecimento, os impulsos cartográficos dão também resposta a uma profunda e humana necessidade de localização e orientação. O segundo capítulo de ‘Charting the Invisible’ explora particularmente este sentido de lugar e a forma como nos posicionamos nele. Ao reunir geografias íntimas, paisagens pessoais, identidades colectivas, mundos sem lugar, territórios imaginados, ambientes urbanos com histórias e temporalidades difíceis — o lugar é aqui entendido como uma categoria inconstante e em permanente transformação, ainda que nem sempre visível.
Esta exposição investiga paradoxos de presença e ausência, através de projectos fotográficos que imaginam diferentes interpretações cartográficas da realidade. O mapa, afinal, nunca é o território.

Reunindo o trabalho de 25 fotógrafos, a exposição propõe um diálogo entre artistas portugueses e membros da Urban Photographers’ Association (UPA). Este é o segundo capítulo, escrito a partir de Lisboa, de uma exposição inicialmente concebida e apresentada em Londres em 2017.

 

Entrada livre.

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