Acções do Documento

A Arqueologia e Arquitetura: Reconstrução e divulgação de estruturas, em ambiente 3D

Início: 8 de julho

Objetivos

  • Identificar fatores de decisão na reconstrução de estruturas;
  • Desenvolver e aperfeiçoar a construção de estruturas em ambiente 3D;
  • Desenvolver técnicas de divulgação de conteúdos em realidade aumentada e realidade virtual;
  • Produção de animação em 3D para efeitos de divulgação e valorização do património.

 

Programa

  • Geometria dos artefactos.
  • Técnicas de conversão de dados representados em formato plano para ambiente tridimensional (3D).
  • Construção e reconstrução de modelos em ambiente 3D.
  • Texturização dos modelos 3D.
  • Produção de modelos em realidade aumentada (Augmented Reality).
  • Construção e preparação de modelos digitais 3D para utilização em realidade virtual (Virtual Reality).

 

Pré-Requisitos

Computador; Máquina fotográfica; Mac ou Windows 7 ou superior.

 

Bibliografia

Yamafune, K.; Torres, R. and Castro, F. (2016) Multi-Image Photogrammetry to Record and Reconstruct Underwater ShipwreckSite. In Journal of Archaeology Methods and Theory, Vol. 24, Issue 3, p. 703-725.

Tanner, P. (2015) Testing and Analysis of Hypothetical Ship Reconstructions. In: Litwin, J. & W. Ossowsky (eds), 2018: Baltic andbeyond. Continuity and change in shipbuilding. Proceedings ISBSA 14-Gdansk 2015. Gdansk, p. 143-150.

Nayling, N. And Jones, T. (2013) the Newport Medieval ship, Wales, United Kingdom. In International Jornal of NauticalArchaeology, Vol. 43, issue 2, p. 239-278.

___________________________________

Miguel Martins tem desenvolvido trabalho em arqueologia náutica e subaquática desde há já alguns anos, especialmente no âmbito da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e dos estabelecimentos de ensino superior, nomeadamente, da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e do Instituto de Arqueologia e Paleociencias (IAP-UNL), bem como no ForSEAdiscovery Project financiado pela Marie Curie Actions – 7th Framework onde foi bolseiro. Nestas instituições, está integrado em projetos de inventariação, estudo e salvaguarda de vestígios de embarcações datadas do período Moderno, no registo de artefactos em meio submerso, na produção de conhecimento para futuros projetos e na área da dendroarqueologia. Entre 2011 e 2014 foi responsável pela investigação centrada nos vestígios de uma escuna do século XIX que afundou na Barra de Setúbal. Em 2015, coordenou o registo digital tridimensional dos destroços do navio Belinho 1, afundado ao largo de Esposende (Portugal). Para além de ter colaborado com vários projetos de investigação onde se inclui o estudo das madeiras do navio de Bremen (Alemanha), Batávia (Austrália) Highborn Cay (Bahamas), entre outros.

Topo da Página