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A flexibilidade curricular – vicissitudes e oportunidades para a disciplina de História

Início: 28 de março

Objetivos

  • refletir sobre as vicissitudes e oportunidades da flexibilidade curricular;
  • construir conhecimento histórico através do trabalho em projeto;
  • partir de uma problemática e construí-la de forma interdisciplinar;
  • análise e construção de recursos pedagógicos.

 

Programa

1ª sessão: discussão sobre a metodologia de trabalho, a avaliação. Análise da bibliografia mais relevante e calendarização de atividades:

  • Motivos para a flexibilidade curricular – análise da legislação e de diversas reflexões.

2ª sessão: o perfil do aluno para o século XXI – análise das especificidades:

  • a utilização dos conceitos;
  • as implicações práticas.

3ª sessão: a flexibilidade curricular:

  • a relação com o Perfil do Aluno;
  • os múltiplos entendimentos práticos da flexibilidade;
  • o professor enquanto decisor curricular.

4ª sessão: análise de algumas soluções de flexibilidade curricular adotadas por diferentes escolas.

5ª sessão: como trabalhar em projeto e de forma interdisciplinar, sem trair a especificidade de cada área científica e disciplinar:

  • exemplos práticos.

6ª sessão: partir de uma problemática comum para levar a cabo experiências de aprendizagem colaborativas e/ou autoreguladas:

  • como trabalhar alguns conteúdos da História;
  • como selecionar alguns conteúdos das aprendizagens essenciais.

7ª sessão: continuação da sessão anterior (Algumas experiências de aprendizagem colaborativas e/ou auto-reguladas):

  • início da apresentação/discussão dos trabalhos realizados.

8ª sessão: apresentação final dos trabalhos realizados (continuação):

  • avaliação do trabalho realizado na formação e sugestões para futuras formações.

Total: 25 horas

 

Bibliografia

Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (2017). Lisboa: Ministério da Educação/ Direção-Geral da Educação.

CARVALHO, Maria Leonor Domingues A. F. (2011). «Estudar história com os pés na terra»: uma perspetiva museológica aplicada ao currículo da história no 3º ciclo do Ensino Básico: o caso de Alcobaça. Lisboa: Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias/Instituto de Educação (dissertação de Doutoramento em Educação).

MARTINS, Guilherme d'Oliveira (2009). Património, herança e memória. A cultura como criação. Lisboa: Gradiva.

PINTO, Helena (2016). Educação histórica e patrimonial: conceções de alunos e professores sobre o passado em espaços do presente. Porto: CITCEM.

 

Contactos para informações

Professora: Raquel Pereira Henriques

E-mail: raquel.henriques@fcsh.unl.pt

 

Centro Luís Krus - Formação ao Longo da Vida

E-mail: clk.flv@fcsh.unl.pt

Telefone:  + 351 217 90 83 00

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Raquel Pereira Henriques é mestre em História dos Séculos XIX e XX (Secção do século XX) e doutora em História Cultural e das Mentalidades Contemporâneas pela NOVA FCSH, onde tem sido responsável pela coordenação do Mestrado em Ensino da História e pela docência das cadeiras de Didática da História. Foi professora de História do 3º ciclo do ensino básico e ensino secundário. Tem investigação produzida sobre História do Mobiliário Português, História do Estado Novo e História da Educação em Portugal na época contemporânea. É investigadora do Instituto de História Contemporânea da NOVA FCSH.

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