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zoc@fcsh.unl.pt
Zília
Osório de Castro, licenciada em História
pela Universidade de Coimbra, doutorada em Filosofia
e Cultura Portuguesa pela Universidade de Lisboa, é
hoje Professora Catedrática de História
das Ideias da mesma Universidade. A sua área
privilegiada de investigação é a História
das Ideias Políticas, que constitui também,
consequentemente, o âmbito prioritário da docência.
Lecciona na Variante de História e Teoria das
Ideias da Licenciatura de Filosofia da Faculdade de
Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de
Lisboa e na Licenciatura de Ciência Política
/ Relações Internacionais. Tem também
dirigido seminários no Mestrado de História
Cultural e Política da UNL, e orientado dezenas
de dissertações, algumas das quais se encontram
publicadas.
Foi responsável por vários projectos e
seminários de investigação, cujos
resultados se encontram publicados sob os títulos:
Lisboa 1821. A cidade e os políticos, Portugal e
os caminhos do mar (séculos XVII e XVIII), Dreyfus
e a responsabilidade intelectual, Piedade popular em Portugal.
Presentemente e no Centro de História da Cultura
da UNL, coordena um grupo de investigação
em Ciência Política, Relações
Internacionais, e no Departamento de História
e Teoria das Ideias da UNL, dirige o Seminário
Livre de História das Ideias, sendo responsável
do projecto agora em curso: Revistas: Ideias e Cultura,
apoiado pela Fundação para a Ciência
e Tecnologia e pela Biblioteca Nacional de Lisboa. No prelo,
e como resultado de trabalho de investigação
deste mesmo Seminário, conta-se ainda o Dicionário
do vintismo e do 1º Cartismo, apoiado pela Assembleia
da República.
Iniciou há cerca de três anos na Faculdade
de Ciências Sociais e Humanas da UNL os estudos de
género que congregam mestres, doutorandos e doutorados,
empenhados na elaboração de um Dicionário
no feminino e na divulgação de trabalhos
que envolvem a história das mulheres nas suas variadas
vertentes através da revista Faces de Eva.
Estudos sobre a mulher (título que também
identifica o grupo de investigação).
Por último, resta destacar entre os textos publicados,
a dissertação de doutoramento, Cultura
e Política. Manuel Borges Carneiro e o vintismo,
e o último artigo, Do jusnaturalismo ao krausismo.
A questão da propriedade.
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