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Faculdade de Ciencias Sociais e Humanas da UNL

 

 

 

Textos

 

 

O que é o conhecimento?

Toda a reflexão epistemológica que pretenda um esclarecimento sobre problemas relacionados com o estatuto das várias ciências requer uma investigação prévia sobre o próprio conhecimento: um conhecimento do conhecimento e uma defesa do seu próprio estatuto e da sua fiabilidade. Esta tarefa consiste numa crítica , que deverá assumir uma certa atitude transcendental , orientada para a construção – e não desconstrução – do processo cognitivo desde os seus fundamentos.

Editora: Porto, Campo das Letras, 2004
ISBN: 972-610-857-8
Disponível para download o indice, introdução e bibliografia.

 

Conceito e Sentido em Frege

Uma introdução ao pensamento de Frege como filosofia do conceito : esta perspectiva está justificada pela própria afirmação de Frege de que o conceito é uma das pedras basilares de toda a sua construção. Não se trata de uma frase circunstancial ou de mera retórica, mas, pelo contrário, oferece uma boa perspectiva para abarcar todo o trabalho intelectual de Frege, como matemático, como lógico, como analista da linguagem e como filósofo.

Editora: Porto, Campo das Letras, 2001
ISBN: 972-610-381-9
Disponível para download a introdução e bibliografia.

 

Evidência e Sujeito

Evidência significa luminosidade, transparência, imediatez, visão intuitiva e conota certeza, convicção, crença inabalável. Apercebemo-nos com evidência do mundo das coisas que estão à nossa disponibilidade, que se nos dão a si mesmas; apercebemo-nos com mais evidência ainda de nós próprios, da nossa interioridade, da experiência íntima. Só na auto-percepção se dá a identidade e imediatez absolutas, sem intervenção de nenhum outro factor que não seja o próprio cogito na apreensão instantânea de si mesmo. Esta auto-consciência que nos ilumina por dentro tem a forma de uma presença e de uma doação de si a si mesmo.

 

Do outro lado do Espelho. Linguagem, Pensamento, Acção

Quatro ensaios que são diferentes abordagens do problema da condição humana: somos corpo e por isso somos seres-de-tempo, visíveis, incarnados, situados no espaço e no tempo, condicionados pelos limites físicos inerentes a todo o corpo, e dotados de todas as virtualidades do que se pode expandir, exprimir, comunicar. Maria Teresa Russo, Maria Pia Chirinos, Francisca Quiroga e Luisa Couto Soares exploram nestes textos a corporeidade expressiva, o trabalho como forma de realização de um ser incarnado, a afectividade e os sentimentos, o ter e o ser corpo.

Editora:Fundação Eng. António de Almeida, 2005