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      Marcha pelas ruas de lisboa contra o governo e troika


 
  Milhares de pessoas de todo o país ocuparam as ruas das respectivas cidades, ao todo participaram no protesto catorze, no entanto apesar de tanta adesão esta manifestação comparada com anteriores teve menores dimensões.

Pouco a pouco, uns mais envergonhados que outros, os populares ocuparam as ruas, praças e uniram-se para protestar contra a Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional responsáveis pelos programas de ajuda financeira a vigorar em Portugal.

Gritos de revolta e descontentamento ecoavam nas praças de Lisboa, entre elas ouvia-se: “Cavaco mentiste, vai para a rua que és um triste”, “Nem troika nem troikados não seremos mais roubados”; não faltaram também os cartazes com palavras de ordem contra as políticas do governo bem como pedidos para a saída da troika em Portugal: “O povo é quem mais ordena”, “Saúde, educação, Segurança Social são nossas”, “O governo só cai quando nos levantarmos todos”, “FMI fora daqui”. Ao longo das ruas de Lisboa eram claros os pensamentos e desejos dos cidadãos portugueses sobre a situação atual do país.

Num movimento cujo interesse é de todos, saíram assim à rua várias gerações para gritar por um país melhor. Muito sabiam que o silêncio, os cortes de salários e pensões e a hipocrisia iriam continuar a ser a resposta do governo, no entanto não deixaram de manifestar tal revolta. Na ânsia por uma mudança num país que para os jovens parece não ter futuro, sair à rua e gritar é a única coisa que podem fazer para tentar mudar algo.

     
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Celine Braga
celine.cbraga@gmail.com