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      Ricardo Araújo Pereira tem uma missão: Fazer rir as pessoas


 

«Novíssimas Crónicas da Boca do Inferno» já se encontra à venda nas livrarias.
  «Novíssimas Crónicas da Boca do Inferno» é a mais recente publicação de Ricardo Araújo Pereira. O humorista confessa a importância de fazer rir o seu público e reuniu em livro as melhores crónicas publicadas semanalmente na revista Visão, entre 2010 e 2013. «Esta é uma obra extraordinária para quem tem perspectivas muito baixas», comenta o autor.

Apesar de serem dispensadas apresentações, Ricardo Araújo Pereira é famoso pela sua forte capacidade de fazer largar gargalhadas e sorrisos. Particularmente conhecido como comediante, a verdade é que ao longo dos últimos anos tem abraçado inúmeros projectos jornalísticos. Para além de escrever para revistas e jornais, programas como «Gato Fedorento: Esmiúça os Sufrágios» , «Mixórdia de Temáticas» ou «Governo Sombra» são rapidamente associados ao seu trabalho.

Depois de em 2012 ter recebido o Grande Prémio da Crónica, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores, Ricardo Araújo Pereira surge agora com o lançamento de um compêndio das suas crónicas da Boca do Inferno. O livro foi editado pela Tinta da China e já se encontra disponível para venda em qualquer livraria.

O lançamento teve lugar no passado dia 24 de Outubro, no Fórum Fnac do Colombo, numa sala repleta de curiosos e admiradores. A sessão teve início com um pequeno discurso de Inês Hugon, directora de produção da Tinta da China, e de seguida o humorista iniciou a sua apresentação: «Em primeiro lugar vou agradecer a pessoas, depois como não tenho nada a dizer sobre o livro vou dizer umas generalidades sobre comédia. No fim abro a sessão a perguntas, em que continuarei a dizer coisas sem grande sentido, mas provocadas por vocês e por isso já é um absurdo partilhado», diz sorrindo

A sessão contou ainda com a presença de algumas figuras públicas, entre elas os seus colegas do programa de rádio “Governo Sombra”: Carlos Vaz Marques e João Miguel Tavares.

Foram cerca de 40 minutos onde o verbo rir pareceu ser uma imposição. A plateia escutou atentamente cada palavra e brincadeira, esperando ansiosamente por poder trocar algumas palavras com o autor. Como habitual nas suas apresentações, houve espaço para um excelente diálogo com o público e para a esperada sessão de autógrafos final.

     
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Filipa Assunção
filipassuncao@gmail.com