21729787.jpg (3341 bytes)21729787.jpg (3341 bytes)21729787.jpg (3341 bytes)21729787.jpg (3341 bytes)21729787.jpg (3341 bytes)21729787.jpg (3341 bytes)
 

 

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

 

 

CONTACTOS

parlamento3.jpg (4697 bytes)


 

 

PCP1.gif (3826 bytes)

 

 

 

 

BE.jpg (8175 bytes)
Bloco de Esquerda

 

 

 

 

apavdefinitiva.gif (4639 bytes)

 

 

 


fcshanim.gif (5440 bytes)

 

 

emaildefinitivo.gif (2212 bytes)

Ciências da Comunicação,
4º Ano, 1999/2000

16 Junho 2000

«Saí do caos... meti-me no diabo»


button.gif (942 bytes)Numa sala na sede da Associação de Apoio à Vítima, um cartaz exibe uma frase que se destaca das paredes brancas: "Quem cala consente. Não se cale." O fenómeno da violência doméstica, que constitui a maioria dos casos tratados por aquela associação, tem vindo a alcançar maior visibilidade. Apesar da maioria das vítimas não ir para a frente com um processo criminal, muitas procuram junto de associações o apoio que não encontraram em mais lado nenhum. Maria tem 39 anos e durante mais de 21 sofreu em silêncio os maus tratos infligidos pelo seu cônjuge, de 45 anos.

Violência Doméstica aumenta em Portugal

 button.gif (942 bytes)Em 1999, o Ano Europeu Contra a Violência sobre as Mulheres, 3358 pessoas foram maltratadas dentro das suas próprias casas em Portugal.
Os números da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vitima) revelam um crescimento de 15 por cento em relação ao ano anterior, mas a verdadeira realidade continua oculta pois esta é ainda uma questão considerada tabu.

Um problema sem distinção de classes

 button.gif (942 bytes)Uma em cada cinco mulheres foi vítima de violência do marido ou companheiro pelo menos uma vez na vida, na União Europeia (UE). Os dados revelam que 98% das vítimas de violência doméstica são mulheres, mas apenas um em cada 20 crimes de agressão é comunicado à polícia.

Violência doméstica deve ser crime público

 button.gif (942 bytes)Os projectos do Partido Comunista Português (PCP) e do Bloco de Esquerda (BE), apresentados na Assembleia da República no dia 6 de Abril, defendem que a violência doméstica deve ser considerada novamente crime público.

Entrevistas com...

 button.gif (942 bytes)Manuela Tavares, assessora de imprensa do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda (BE), dá conta das diferenças do projecto apresentado na Assembleia da República por este partido em relação ao do Partido Comunista Português (PCP).

 

 button.gif (942 bytes)A deputada Fátima Amaral, do Partido Comunista Português, que ocupa actualmente a presidência da comissão parlamentar da Paridade e Igualdade de Oportunidades e Família, explica quais as inovações constantes do projecto que o PCP apresentou na Assembleia da República em relação à violência doméstica.

button.gif (942 bytes) Dados estatísticos

 


TOPO