Cib erjornalismo                              1999/2000
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pin_azul.gif (941 bytes) Sumário

A World Wide Web. Os "browsers". Os motores de pesquisa. Os "newsgroups". LEITURAS.

pin_azul.gif (941 bytes) A World Wide Web

A World Wide Web é uma gigantesca rede de milhares de computadores, que permite ter acesso a textos, gráficos, sons e imagens. Desenvolvida em 1980 no Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), em Genebra, a Web tem como característica principal o facto de nos permitir passar de umas páginas para outras através de "hyperlinks". É por esse motivo que, à frente de todos os endereços da World Wide Web, aparecem as letras http://, que siginficam Hypertext Transfer Protocol.

Cada computador ligado à Web tem um endereço próprio, a que se chama URL Uniform Resource Locator. Estes endereços têm normalmente um domínio de topo, o último sufixo do URL, que indica o tipo de "sites" de que se trata. Os domínios de topo mais comuns são: .com (sítios comerciais), .org (organizações sem fins lucrativos), .gov (sítios ligados ao Governo dos EUA), .mil (sítios militares norte-americanos) e .edu (escolas e universidades norte-americanas). Cada país tem também o seu domínio de topo .pt para Portugal, .uk para Reino Unido, .br para Brasil, etc. Esta forma de organização, como facilmente podemos perceber, permite-nos adivinhar um endereço de um qualquer "site", mesmo sem o conhecermos.

pin_azul.gif (941 bytes) Os "browsers"

Para navegar na World Wide Web utilizam-se "browsers", ou programas de navegação. Os mais conhecidos são o Netscape Navigator ou o Internet Explorer. Ambos podem ser obtidos gratuitamente, seguindo os "links" neste parágrafo.

pin_azul.gif (941 bytes) Os motores de pesquisa

Os motores de pesquisa são sítios na Internet que ajudam os cibernautas a encontram a informação de que precisam. Cada um desses motores trabalha recolhendo informação e inserindo-a numa gigantesca base de dados sobre "sites". Cada vez que um pedido é accionado, o motor vai à sua base de dados e produz um resultado, que difere de motor para motor. Estas diferenças podem ser bastante substanciais e acontecem porque cada motor tem a sua forma própria de organizar a base de dados e de retirar informação dela.

Ao contrário do que acontece com a organização tradicional de uma biblioteca, que respeita regras próprias, compreendidas e aceites pela enorme comunidade de bibliotecários, os motores de pesquisa não possuem regras comuns de funcionamento, pelo que é necessário conhecer cada motor em particular para poder tirar o melhor partido dele.

Há dois tipos principais de motores de pesquisa:

  • Os directórios ("directories"), como o LookSmart, por exemplo, são organizados por pessoas que revêem toda a informação que lhes é enviada e a classificam tematicamente. A intervenção humana na classificação evita duplicações e melhora a organização da resposta. A desvantagem principal é que a indexação efectuada por humanos está longe de completa: um estudo recente revelou que o Yahoo! (o maior dos directórios) apenas tem indexado cerca cinco por cento da Web.
  • Os "crawlers" ou "worms", como o Altavista, por exemplo, utilizam um "software" muito sofisticado que procura constantemente novos sítios na Web. Os resultados desta pesquisa são inseridos numa gigantesca base de dados que é interrogada cada vez que um cibernauta faz uma pesquisa.

Nos últimos anos, apareceram também as "meta-search tools", como a DogPile, por exemplo, que permitem que uma mesma pesquisa seja efectuada ao mesmo tempo em diversos "directories" ou "crawlers". As "meta-tools" não possuem bases de dados próprias, apenas confiam nas bases de dados recolhidas por outros, pelo que as podemos considerar apenas como um interface para realizar múltiplas pesquisas simultâneas.

Como explica Cristopher Callahan, no seu livro A Journalist’s Guide to the Internet – The Net as a Reporting Tool, há cinco regras básicas que devem ser seguidas na utilização de um motor de pesquisa:

  1. Tire vantagens dos comandos básicos ao realizar uma pesquisa. Cada motor tem as suas regras próprias, explicadas normalmente num documento chamado "search tips", "tips" ou "help". Consulte esse documento.
  2. Seja específico na escolha das palavras a pesquisar. O seu objectivo deve ser escolher as palavras mais específicas para a pesquisa que está a realizar, evitando ser demasiado vago.
  3. Seja preciso na escolha de palavras a pesquisar. A utilização das palavras certas garante-nos que o o motor está mesmo a procurar o que queremos. Ou seja, está a procurar "António" e não "Antônio" ou "Antonio".
  4. Reveja todos os resultados, do princípio para o fim. Os motores de pesquisa apresentam os seus resultados hierarquicamente, pondo em primeiro lugar aqueles "sites" que parecem ser mais apropriados à pesquisa que foi feita. Portanto, os resultados devem ser lidos de cima para baixo, prestando maior atenção às primeiras duas páginas.
  5. Analise os endereços dos resultados. Antes de começar a abrir as páginas de resultados, veja com atenção os endereços. Trata-se de "sites" comerciais, ou de universidades? Conhece já alguns deles? A leitura atenta pode poupar preciosos minutos na sua pesquisa.

NOTA: Na página Links úteis encontrará uma ligação directa para os principais motores de pesquisa ("directories" e "crawlers") e para as mais importantes "meta-search tools".

pin_azul.gif (941 bytes) Os "newsgroups"

Os "newsgroups" são um local na Net onde pessoas com interesses semelhantes se juntam para discutir os temas da sua preferência. Ao contrário do que acontece com as "mailing lists" onde nos temos de inscrever antes de participar na discussão , os "newsgroups" são locais abertos, uma espécie de quadros de corticite, onde cada um coloca as informações que quer, sem ter de pedir autorização a ninguém.

Visto que os quadros estão colocados num local específico da Internet, é ao interessado que cabe deslocar-se até eles, já que as mensagens não vêm parar à sua caixa do correio. Centenas de milhares de mensagens por dia são colocadas "on-line" nos mais de 50 mil "newsgroups" disponíveis.

Podemos aceder aos "newsgroups" através de "software" próprio. Os "browsers" Netscape Navigator e Microsft Exploreer já têm este "software" incluído, pelo que é muito fácil ter acesso a estes grupos de discussão que, recorde-se, começaram muito antes da própria World Wide Web.

Os "newsgroups" estão distribuídos por grandes categorias, dividas em categorias mais pequenas, sempre separadas por pontos finais. Assim, existe o grupo soc.culture.portuguese, o grupo sci.agriculture.beekeeping ou o grupo rec.collecting.phonecards.

As oito principais categorias são:

  • Comp. Computadores
  • News Internet e Usenet
  • Rec. Hobbies
  • Sci. Ciências
  • Soc. – Assuntos sociais
  • Talk. Debate de assuntos controversos
  • Misc. Assuntos diversos
  • Alt. Tópicos alternativos

Para encontrar os "newsgroups" que nos interessam podemos procurar no próprio "software" de leitura ou consultar alguns "sites" como os que estão referenciados em LEITURAS, no fundo desta página.

pin_azul.gif (941 bytes) LEITURAS

  • SCHLEIN, Alan M., Find it Online - The Complete Guide to Online Research, Tempe, Facts on Demand Press, 1999, p. 29-56
© Copyright, António Granado, 2000                                                                                                                                            setatopo.gif (818 bytes)
Última actualização: 12 Mar 2000