Cib erjornalismo                              1999/2000
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pin_azul.gif (941 bytes) Sumário 

O correio electrónico. O Microsoft Outlook e outros programas de gestão do correio electrónico. As "mailing lists". LEITURAS.

pin_azul.gif (941 bytes) O correio electrónico

O correio electrónico é uma ferramenta essencial para o trabalho do jornalista. Para contactar fontes, receber informações e imagens, participar em grupos de discussão, ou simplesmente trocar opiniões com colegas, o jornalista tem de ter acesso a uma conta de correio electrónico, que não é mais que uma espécie de caixa de correio para onde quem quiser lhe pode enviar informação.

A abertura de uma conta de correio electrónico pode ser feita através de um qualquer fornecedor de serviço Internet ou, no caso de o utilizador querer, pode ser feita de forma gratuita, através de um dos muitos serviços desse tipo disponibilizados na rede. Para além do Mega Mail, um "site" de correio electrónico gratuito criado pelo Governo português há algumas semanas atrás, os cibernautas portugueses têm à sua disposição caixas de correio criadas por várias outras entidades, nacionais e estrangeiras. Internacionalmente, os "sites" mais conhecidos são o HotMail e o Yahoo. Diversos fornecedores de acesso gratuito em Portugal disponibilizam também contas de correio electrónico gratuitas.

O endereço de correio electrónico tem normalmente a configuração nome@fornecedor.sufixo. Assim, o meu endereço no PÚBLICO é agranado@publico.pt (.pt é o sufixo para Portugal), enquanto o meu endereço particular é agranado@ip.pt (o que quer dizer que a minha conta está sediada no fornecedor IP, também em Portugal).

pin_azul.gif (941 bytes) O Microsoft Outlook e outros programas de gestão do correio electrónico

Para receber correio electrónico utiliza-se normalmente um programa que vai ao nosso fornecedor de acesso buscar as mensagens que nos foram enviadas. O mais conhecido desses programas é o Microsoft Outlook que, para além de uma maior compatibilidade com outros programas da Microsoft (como o Internet Explorer ou o Excel, por exemplo), possui ainda algumas caraterísticas que o tornam ideal para o trabalho jornalístico, como sejam a possibilidade de criação de uma enorme base de dados de contactos de fontes.

O Outlook pode ainda gerir várias contas de correio electrónico de uma mesma pessoa ou ser configurado para suportar múltiplos utilizadores. Podem ser criadas várias pastas para separar o correio recebido automaticamente, e a base de dados de contactos pode ser alimentada a partir de mensagens que nos foram enviadas. O Outlook dá ainda acesso aos grupos de discussão "newsgroups" de forma directa, não sendo necessário possuir um outro programa para essa finalidade.

Para além do Outlook, há muitos outros programas de gestão do correio electrónico, de que se destaca o Eudora. Muitos destes programas também possuem as funcionalidades aqui descritas para o Outlook.
[Quem abre uma conta de correio gratuita, no Hotmail ou no Yahoo, por exemplo, não precisa de possuir um programa de gestão do correio electrónico, já que as mensagens são lidas no próprio "browser" com que se acede à página na Web.]

pin_azul.gif (941 bytes) As "mailing lists"

As "mailing lists" são grupos de discussão que funcionam por correio electrónico. Tal como acontece com as pessoas que frequentam esta cadeira (e que têm um interesse comum no tema Ciberjornalismo), muitos outros grupos de interesse no mundo se juntaram e organizaram "mailing lists" sobre os mais interessantes, extraordinários ou simplesmente curiosos assuntos. Há "mailing lists" para discutir plantas carnívoras, política norte-americana, modelos de comboios ou marsupiais. Algumas "mailing lists" são públicas, outras são privadas. Algumas têm um moderador, que aprova as mensagens que seguem para o resto do grupo, outras não têm qualquer moderação.

Para se inscrever numa "mailing list", o procedimento é quase sempre idêntico. Descobre-se o endereço para onde enviar uma mensagem de inscrição ( este endereço é diferente do que se utiliza para enviar mensagens para serem lidas por todo o grupo ! ), preenche-se o corpo da mensagem com a frase de inscrição e, na volta do correio, recebe-se normalmente uma mensagem a dizer que a inscrição foi aceite, ou que foi enviada para o moderador para aprovação.

Para me inscrever na "mailing list" sobre jornalismo assistido por computador CARR-L na Central Michigan University (EUA) , por exemplo, tenho de enviar  para listserv@listserv.louisville.edu uma mensagem apenas com a frase    subscribe CARR-L  Antonio Granado . Depois da inscrição feita e da mensagem de confirmação recebida, já posso participar na discussão enviando mensagens para carr-l@listserv.louisville.edu .

Alguns sítios na Web possuem grandes compilações de "mailing lists" sobre os mais variados temas [ver LEITURAS no fundo desta página]. Estas "mailing lists" podem ser de grande utilidade para os jornalistas, já que é perguntando a pessoas especialistas num tema que mais facilmente podemos obter a informação de que precisamos para escrever um artigo.
Cristopher Callahan, no seu livro A Journalists's Guide to the Internet – The Net as a Reporting Tool, dá-nos alguns conselhos sobre o que devemos fazer antes de assinarmos uma qualquer "mailing list":

  • Escolha bem por entre o lixo. A maioria das "mailing lists" são grupos de discussão pouco sérios, onde o rumor e as suposições abundam e os factos são escassos.
  • Uma de cada vez. Inscreva-se numa lista de cada vez, de forma a não sobrelotar a sua caixa de correio.
  • Filtre o material para pastas separadas. Naqueles programas de correio electrónico onde é possível filtrar as mensagens para pastas diferentes, arranje uma para cada "mailing list".
  • Não servem para "deadlines" apertadas. Não se convença que consegue uma resposta para hoje se colocar uma pergunta numa "mailing list".
  • Verifique as fontes. Tal como acontece com o simples correio electrónico, também nas "mailing lists" não temos a certeza de quem é quem. Mais: não sabemos se quem escreve é realmente a pessoa que diz que é.

pin_azul.gif (941 bytes) LEITURAS

© Copyright, António Granado, 2000                                                                                                                                            setatopo.gif (818 bytes)
Última actualização: 12 Mar 2000