Cib erjornalismo                              1999/2000
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pin_azul.gif (941 bytes) Sumário

A Internet como ponto de partida para a preparação de trabalhos jornalísticos. A utilização da Internet nas redacções. LEITURAS.

 

pin_azul.gif (941 bytes) A Net como ponto de partida para a realização de trabalhos jornalísticos

A Internet pode ser um bom ponto de partida para a preparação de trabalhos jornalísticos sobre os mais diversos temas. Para além da procura de simples informação, a Net dá-nos ainda a hipótese de ler outros textos jornalísticos sobre o assunto em causa ou de contactar fontes especializadas no tema que nos interessa abordar.

Os motores de pesquisa são, normalmente, um bom ponto de partida, se queremos procurar informação de "background" sobre um tema. É por esse motivo, como vimos na aula 4, que nos devemos habituar a trabalhar com os diversos motores de pesquisa, directórios ou meta-motores, de forma a procurarmos informação da forma mais eficaz possível.

Da experiência da tarefa 5, sabemos também que diferentes motores obtêm resultados bastante diferentes, razão pela qual devemos efectuar a nossa pesquisa em diferentes "sites", com palavras diferentes, isoladas ou integradas em frases.

Devido ao facto de a maioria da informação na Internet estar escrita em língua inglesa, as palavras ou frases a procurar deverão ser escritas em inglês. Dessa forma, conseguimos certamente melhores resultados do que com as palavras apenas em português.

A leitura de outros artigos jornalísticos sobre o tema em que estamos interessados pode ser feita acedendo a "sites" de órgãos de comunicação social. Muitos "sites" permitem a leitura das edições dos últimos dias (sem qualquer custo adicional); outros "sites" possuem arquivos gratuitos bastante razoáveis, que chegam a recuar vários meses; outros "sites" ainda possuem muitos anos de arquivos de várias publicações (mas esses normalmente cobram pelo acesso).

O mais conhecido "site" com conteúdos de vários órgãos de comunicação social norte-americanos (com dezenas de anos de arquivos) é o Lexis-Nexis. Ainda que individualmente seja muito caro possuir uma conta no Lexis-Nexis, muitos órgãos de comunicação social têm acesso a esta gigantesca base de dados, cuja consulta é indispensável antes de iniciar qualquer trabalho jornalístico nos EUA.

Em Portugal, é o jornal Expresso que possui a maior base de dados de artigos "online", permitindo uma pesquisa da actualidade até à edição de 19 de Julho de 1997.

O contacto com as fontes pode também ser feito através da Internet, sendo que cada vez mais jornalistas em todo o mundo estão a utilizar esta forma de comunicação. Para além da possibilidade de uma resposta mais rápida (do que um fax, por exemplo), a mensagem de correio electrónico tem a vantagem de encontrar sempre o seu receptor, que não precisa de estar disponível no momento do contacto (como acontece com um telefonema).

 

pin_azul.gif (941 bytes) A utilização da Internet nas redacções

Para além da recolha de informação para a elaboração de artigos jornalísticos, a Internet é também utilizada nas redacções para a leitura e consulta dos outros órgãos de comunicação social, concorrentes ou não.

Ler logo pela manhã The Washington Post, o Jornal do Brasil ou Il Corriere della Sera é um privilégio só possível através da Internet. Como privilégio é ouvir a edição da National Public Radio dos EUA ou ler as notícias da cadeia de televisão ABC da Austrália.

Dependendo da secção para a qual trabalham, os jornalistas habituaram-se, dentro das suas próprias redacções, a procurar informação em "sites" especializados na Web.

Desde há alguns anos que o Eurekalert, um "site" da responsabilidade da American Association for the Advancement of Science (AAAS), se tornou indispensável para todos os jornalistas de ciência de todo o mundo. O Daily Briefing do Project for Excellence in Journalism ou o Media News de Jim Romenesko tornaram-se indispensáveis para conhecer as notícias sobre média nos Estados Unidos.

 

pin_azul.gif (941 bytes) LEITURAS

 

 

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Última actualização: 30 Mai 2000